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O que nos moverá em 2016. Ou: o paradoxo que nos oprime e nos liberta!

Eu poderia chamar de equilíbrio o que aqui chamo de paradoxo.  O problema é que ao fazê-lo, ignoro a natureza humana a altura de seu tempo – ou seja: vivemos tempos de polarizações. Isto posto, vale considerar que este ano nós brasileiros precisaremos de mais fibra, mais força e mais equilíbrio. Equilíbrio não é bem o nosso forte, ainda mais quando se trata das discussões em torno da Democracia; prefiro crer que o paradoxo de ver o Estado como promotor da felicidade e a imediata desilusão diante da realidade que cotidianamente nos acomete, reivindicando que sejamos mais protagonistas em razão da crise: será o que nos moverá no ano de 2016. Eis o diagnóstico: 1.        Os magnatas (empreiteiros/empresariado) beberão do seu próprio veneno pelo de fato de haverem vendido sua liberdade ao Estado; 2.        Os apaixonados ideologicamente pela Esquerda terão que viver a contradição de um governo eleito por eles co...

Até que o povo compreenda a verdade. Ou: A verdade pela verdade!

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  A seletividade matreira está a sempre a for do embuste, mesmo quando esta se faz através da justiça representada na PGR, STF e ou quaisquer outra instituição que carrega o bastão do julgamento. Este é o cenário do Brasil atualmente. Seleciona-se a mentira, as causas, as bandeiras, as notícias...Sempre no objetivo de penumbrar a verdade. Assim os Cunhas reivindica o direito a dúvida, e o PT ao Estado de Direito, mesmo responsável pelo maior saque do erário em um país. Seleciona-se os ouvidos, as falas e as atitudes. Mas nada suplanta a verdade. Esta, a verdade, precisa ser compreendida pelo povo! Quando isto acontece, a democracia se fortalece. Instituições são cobradas em todas as esferas: O civismo nasce! Verdade, é civismo! Espero o dia que em que minha geração seja surtada de civismo. Para tanto, minhas esperanças estão na verdade, cuja compreensão, deve ser absorvida pelo POVO. Caso contrário, jamais haverá democracia. A verdade não tem seletividade! Doa a que...